Canção gravada ao vivo no Rio de Janeiro chegou como direção espiritual nos momentos finais do projeto
Nesta terça-feira (28), Marine Friesen lançou o single “Que Jesus Seja o Nome”.
A faixa integra o novo EP JEOVÁ, um projeto visceral gravado ao vivo no Rio de Janeiro. Seguindo a estratégia de lançamentos graduais, a canção chega para reforçar a identidade do álbum: uma adoração congregacional profunda e focada na centralidade de Deus.
A faixa é uma versão em português da canção “Jesus Be The Name”, originalmente gravada pelo grupo Elevation Worship, conhecido mundialmente por suas produções congregacionais. A composição é assinada por Steven Furtick, Mitchell Daniel Wong, Tiffany Hudson e Davide Mutendji, nomes de destaque no cenário do worship internacional.
A gravação da versão brasileira aconteceu no dia 12 de abril de 2026, em um ambiente de igreja, conforme registros divulgados nos bastidores pela própria cantora. Os conteúdos compartilhados mostram que o projeto foi registrado ao vivo durante um momento de ministração, com forte atmosfera de adoração e participação ativa da igreja, reforçando a proposta congregacional da canção.
Diferente de outras faixas que já estavam no cronograma desde o início, Marine revela que “Que Jesus Seja o Nome” teve um processo de escolha singular. Segundo a artista, a composição entrou no repertório quando o projeto já ganhava forma, movida por uma direção espiritual clara.
Canção gravada ao vivo no Rio de Janeiro chegou como direção espiritual nos momentos finais do projeto
Nesta terça-feira (28), Marine Friesen lançou o single “Que Jesus Seja o Nome”. A faixa integra o novo EP JEOVÁ, um projeto visceral gravado ao vivo no Rio de Janeiro. Seguindo a estratégia de lançamentos graduais, a canção chega para reforçar a identidade do álbum: uma adoração congregacional profunda e focada na centralidade de Deus.
A faixa é uma versão em português da canção “Jesus Be The Name”, originalmente gravada pelo grupo Elevation Worship, conhecido mundialmente por suas produções congregacionais. A composição é assinada por Steven Furtick, Mitchell Daniel Wong, Tiffany Hudson e Davide Mutendji, nomes de destaque no cenário do worship internacional.
A gravação da versão brasileira aconteceu no dia 12 de abril de 2026, em um ambiente de igreja, conforme registros divulgados nos bastidores pela própria cantora. Os conteúdos compartilhados mostram que o projeto foi registrado ao vivo durante um momento de ministração, com forte atmosfera de adoração e participação ativa da igreja, reforçando a proposta congregacional da canção.
Diferente de outras faixas que já estavam no cronograma desde o início, Marine revela que “Que Jesus Seja o Nome” teve um processo de escolha singular. Segundo a artista, a composição entrou no repertório quando o projeto já ganhava forma, movida por uma direção espiritual clara.
“Construímos este projeto de uma forma muito especial. Foram dias de busca e ministração para sentir o que o céu queria de nós hoje. E Deus nos guiou! A repercussão e cada vida tocada a cada lançamento são a confirmação de que ouvimos Sua voz. E ‘Que Jesus Seja o Nome’ entrou no último momento, mas entendemos que era essencial exaltar o Nome do Senhor com essa canção tão tocante”, compartilha a cantora.
“Construímos este projeto de uma forma muito especial. Foram dias de busca e ministração para sentir o que o céu queria de nós hoje. E Deus nos guiou! A repercussão e cada vida tocada a cada lançamento são a confirmação de que ouvimos Sua voz. E ‘Que Jesus Seja o Nome’ entrou no último momento, mas entendemos que era essencial exaltar o Nome do Senhor com essa canção tão tocante”, compartilha a cantora.